domingo, 23 de maio de 2010

Essa é velha, mas é boa...


segunda-feira, 17 de maio de 2010

Validade: vencida

Minhas fases sempre duraram pouco tempo. 
Gostava do Menudo, fui no show deles, mas meses depois, já estava enjoada.
Já fui dark, tinha um guarda-roupa todo preto, parecia que estava sempre com a mesma roupa. Tinha coturninho Commander, preto. Um belo dia, enchi o saco, botei todas as roupas abaixo e tive que comprar roupas coloridas.
Já passei pela fase de me maquiar. Tinha uma amiga petista, que ia para a escola com a camiseta do Che e se maquiava bastante. Ela era minha “ídala”, e eu comecei a me maquiar também. Durou 6 meses.
Já tive cabelo preto azulado, vermelho beterraba, aloirado, vermelho de novo e por aí vai.
Todas minhas fases sempre duraram pouco tempo, porque tudo tem um prazo de validade.
A gente vai no super e escolhe os produtos (teoricamente) sempre prestando atenção no prazo de validade deles.
Relacionamentos têm prazo de validade. Primeiro, aquela paixão arrebatadora, de se comer por inteiro; depois vem a fase da parceria, e depois, com o tempo, a da amizade.
Empregos têm prazo de validade. Começamos a trabalhar no novo emprego, empolgadíssimos, empenhados, vestindo a camiseta. Aí, começam os problemas na corporação, os engessamentos em função da burocracia, a burrice aguda do chefe que se acha a última coca-cola do mundo e se tu não for uma pessoa acomodada, inevitavelmente, tu acaba voltando pro mercado e procurando outro emprego.
Não adianta querer fazer tudo ao mesmo tempo e prá sempre, se “agora” não é mais o mesmo momento de “ontem”. Tudo se movimenta, tudo muda, e temos que estabelecer prioridades.
É o que estou fazendo agora, tendo que abrir mão de coisas que gosto de fazer, porque simplesmente, não tenho mais tempo de respirar.
Dá uma “dorzinha”, mas também, uma sensação de alívio, de casa organizada, ou organizando-se aos poucos.
E segue o baile, né ?

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Pra ti eu tiro o chapéu!!! Salve Raul Gil!!!

Pra certas pessoas eu digo: mestreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!
E fico de joelhos, é claro!!!

Beta e Gastão, nomes fictícios das pessoas envolvidas.
Inspirados nas duas tartarugas que eu tive.
Quando uma delas morreu, não sabia se era a Beta ou o Gastão.
Bom, mas minha Beta não tem nada de tartaruga.
Beta tinha um namorado que a enchia de mimos e declarações de amor por mail.
Beta, lá pelas tantas percebeu que Gastão tinha um tipo de “lanchinho fora de casa”
Apesar das declarações apaixonadas.
Mas Beta tinha uma amiga que vivia num condomínio e que sem querer soube que o(a) lanchinho morava também ali. Mundo ovo este!!!
Pois Beta marcou jantinha em restaurante e sobremesa em local que menor não entra e não serve pra dormir com Gastão.
Tiveram jantar maravilhoso e noite de amor especial.
Beta resolveu ligar pra amiga pra dizer: “To indo aí e abre a porta do condomínio.”
Beta entrou sem problema algum, mas não foi no ap da amiga e sim da do lanchinho(a).
Surpreendentemente Gastão abre a porta de pijaminha e pantufinha.
Beta adentra e dá pro lanchinho(a) cópia dos mails apaixonados e o folder do Motel de que acabara de sair.
A cena deve ter sido hilária, Gastão correndo atrás de Beta tentando dizer que não é nada do que tu ta pensando!!! (Eu imagino!!!!)
Melhor de tudo é que Gastão entrou no carro de Beta tentando explicar o inexplicável, de pijama e pantufa, sem carteira de dinheiro, tampouco celular.
Beta saiu em direção a sua cidade e disse: “última vez que te aviso, estou indo embora pra Nova Divinéia (outra cidade que eu criei). Então:salta aqui ou vai até lá.”
Decidiu saltar!!! Até hoje não sabemos como voltou pro condômino.
Mas ela, entre nós, vamos combinar; é MESTRAAAAA!!!!
Bj bj
Gabi

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A parte que eu mais gosto de comer no coelho são as orelhas!!!!


Teresa encontrou Jean (que toma champs no café da manhã), e eu?
Encontrei a Academia.
Encontro sem qualquer entusiasmo.
Avaliação: primeiro impasse.
O professor fazendo zilhões de perguntas difíceis. Do tipo: “Tá bom o peso? Ta se sentindo bem? Ta muito puxado o treino? Tu quer o que com a musculação?”
Essa foi a única pergunta que consegui responder: “não quero nada, aliás só quero dizer pra minha terapeuta que eu prometi e cumpri a promessa de ir a uma academia. Vou ser mais sociável.” E fui.
Claro que re-re-re-marquei por algumas vezes a tal avaliação. E pra ficar com muito peso na consciência paguei o mês adiantado (pacote que só me permite duas vezes por semana: “ta ótimo pra mim, aliás, não tem menor?”)
Isso tudo pra dizer que adoro coelho de chocolate... bom mesmo é começar a modê-lo pelas orelhas.

domingo, 18 de abril de 2010



Champagne, espumante, prosecco e cava...
Sabe qual a diferença entre eles ?
Sim, todos são servidos gelados e têm bolinhas, mas cada um tem sua origem, método de produção e estilo.
Mulheres, atenção para as dicas de como escolher a bebida preferida.
Homens, atenção para as dicas de como agradar as mulheres de bom gosto!

Champagne: mais intenso e de paladar apurado, às vezes de cor dourada; nasceu na região de Champagne, nordeste da França. As únicas uvas permitidas na sua produção, são a branca chardonnay, e as tintas pinot noir e pinot meunier. As uvas tintas também são utilizadas no processo de produção de um espumante, porque o que dá a cor à bebida é o contato dela com as cascas.
Todo vinho sofre uma fermentação para transformar o açúcar em álcool e no efervescente, são duas. No champagne, a segunda fermentação é feita na própria garrafa (método clássico ou champenoise). Os champagnes mais caros, podem ficar até dez anos repousando nas caves.
Champagne, só originado da região de Champagne, na França. Qualquer outro espumante produzido fora desta região, desconfie.
Marcas famosas: Veuve Clicquot Ponsardin, Moët & Chandon
Crémant: espumante genérico francês, também elaborado pelo método clássico, produzido fora da região de Champagne. Costumam ter menos pressão e são mais ligeiros.
Marcas famosas: Louis Bouillot, Grandin

Cava: espumante produzido também pelo método clássico, com uvas nativas, originário da região de Penedés, na Catalunha, Espanha. A Espanha é o segundo maior produtor de espumantes.
Marcas famosas: Freixenet, Cordoniu

Prosecco:  prosecco é o nome de uma nativa da Itália, originada da região de Valdobbiadene e Canegliano, no Vêneto. O prosecco é elaborado pelo método charmat, onde a segunda fermentação se dá em grandes tanques fechados de aço inoxidável, que suportam altas pressões. A grande maioria dos proseccos é de cor mais clara e sabor próprio. Existem proseccos no Brasil, e ao contrário do champagne, podem ter seu nome estampados no rótulo.
Marcas famosas: Mionetto e Nino Franco

Espumantes: nome genérico para todo vinho com duas fermentações, da Itália, Brasil, Argentina, Portugal e até Inglaterra. No Brasil, a grande maioria dos espumantes é elaborada pelo método charmat, mas algumas vinícolas arriscam-se no método clássico. No Brasil, além das uvas chardonnay e pinot noir, utiliza-se a riesling itálico.
Marcas famosas: Aurora, Chandon, Dom Cândido, Miolo, Salton, Valduga

Os espumantes e champagnes podem ser brut, sec ou doux. O brut é o mais seco e com baixa concentração de açúcar, o sec ou demi-sec, é levemente adocicado e o doux, é o que concentra mais açúcar.

As informações deste texto foram retiradas de um blog especializado no assunto, cujo endereço, infelizmente não tenho mais.

Espero que tenham gostado das dicas sobre esta bebida
m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a!
TIM, TIM!


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Quando o vizinho é cara de pau

Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Dou algumas notas a algumas pessoas que conheço.
A mais sexy.
A mais alta.
A mais magra.
A mais loira.
A mais sei lá o que.
Mas definitivamente a pessoa mais cara de pau que já vi bateu todos os records de pontuação. E olha que pra bater a Rê tem que ser mega-bluster-advantage E PLUS!!!!
E não é que essa pessoa existe???
Feriado de Páscoa: Gabi, Rê e Paty (os personagens desta ficção são mera coincidência da vida real). Todas num sobrado em Canela de amigos dos pais da Rê.
Casa perfeita, tempo perfeito, Sky funcionando perfeita, até que o vizinho chega-chegando. Do tipo que vai abrindo a porta como que hiper parceiro da casa e só não adentra o sobrado porque felizmente a porta está chaveada e o obriga a bater.
O cara se apresenta e vai dizendo: “sou amigo do fulano e vim ver se vocês conseguiram instalar a Sky.” Ao que respondemos que sim e agradecemos. O cara fica na porta fazendo uma média, dá aquele silêncio sem assunto, invadem o sobrado dois cachorrinhos Yorkes. O cara fica encebando e vai dizendo: Olha só: tem um casal de amigos que eu vou trazer pra dormir aqui esta noite porque estou sem lugar na minha casa.
Em resumo: nenhuma de nós conhecia o vizinho que também nunca tinha nos visto e o cara “oferece” seus hóspedes pra dormir conosco!!!
E pior: eles realmente apareceram na noite com o mesmo vizinho adentrando a nossa casa e dizendo: “pessoal vão entrando e fiquem a vontade!!!”
Mestreeeeeee!!!!!
Ganhou o título de cara de pau do ano, talvez década!!!
Gabi

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Confissões

Ok, eu confesso: aos quatro anos, pintei com giz de cera o quadro com a imagem de um palhaço, que meus pais tinham em casa. E apanhei, muito.
Comi barata quando criança, pensando ser um pedaço de chocolate; matava moscas com a mão e as enfileirava, fazendo desenhos com os insetos na classe para deixar a professora com nojo e adorava comer casquinha de ferida do joelho esfolado na brincadeira de esconde-esconde.
Já viajei escondido prá Europa, roubei o carro dos meus pais durante a madrugada, saí de um bar sem pagar a conta.
Confesso que quase fui pego pelos pais da minha namorada, transando com ela, no chão da sala, em cima do tapete persa da minha sogra perua. Não fosse minha capacidade quase atlética de sair correndo e pular a janela da sala da mina, teria apanhado como um vira-lata sarnento, com um taco de baseball do pai dela.
Como um racker, invadi o computador da namorada para espionar sua vida e descobri que ela me traía com dois caras do time de futebol adversário da escola.
Já fiz xixi em beira de estrada, caí de bêbado no próprio vômito, abraçado como cobra no vaso sanitário.
Estraguei a festa de formatura de uma amiga, enchendo a cara e falando um monte de bobagens para um amigo, que obviamente, enfiou a mão na minha cara, me derrubando no chão.
Transei na beira da praia, em uma noite de Réveillon, com o corpo colado na areia, sem me importar com os fogos de artifícios e as pessoas que ao nosso redor, comemoravam a passagem do ano.
Sem dinheiro para comer, dormi no banco de uma praça em Roma e roubei uma carteira de couro de piton na loja onde trabalhava na Irlanda, somente pelo prazer e pela adrenalina em não ser pego com um acessório tão caro dentro do bolso do casaco.
Transei no banheiro de um pub com a garçonete do local, namorada de um amigo, mas não fui capaz de comer ninguém em um cabaré tradicional, em Paris.
Já beijei outro homem para satisfazer minha curiosidade em sentir o gosto da boca de uma pessoa do mesmo sexo e, totalmente bêbado e incapaz de discernir alho de bugalhos, chamei um travesti de “gostosa”.
Ah, a prima da minha mulher... Gostosa como ninguém. Fazia questão de receber o casal para jantar em nossa casa, pois sabia que cedo ou tarde nos esbarraríamos na cozinha, em segredo; no banheiro, para satisfazer nosso desejo em cinco minutos e nocautear nosso tesão.
Procurei por respostas para perguntas que já não existiam, no celular da minha mulher, acreditando ser mais esperto que ela.
No desespero e na solidão, me pendurando do lado de fora da grade da cobertura onde morava, tentei acabar com a minha vida.
Ri no velório do meu pai, em catarse, no limite entre loucura e sanidade mental, externando a dor da perda da pessoa que mais amava, do meu herói.

Já odiei Deus e O desafiei.

Desejei a morte e vi pessoas morrer, com prazer. Fiz curso de tiro ao alvo, porque a arma me dá a sensação de poder. De poder imaginar alguém logo à minha frente e poder acabar com a vida da pessoa, como um Deus. Eu seria capaz disso.
Não, não sou tão ruim e repugnante assim. Eu sei ser um cara legal, divertido, interessante, boa companhia.
Quem um dia não fez algo assim ?
Quem um dia não odiou, sentiu nojo ou fez coisas nojentas e cruéis? Quem um dia não traiu alguém querido ou a si mesmo?
Eu sou humano, soberano, prepotente e inseguro, decidido e covarde, feliz e depressivo, otimista e cético, crédulo e ateu.
Odeio intensamente, mas amo mais ainda.

quarta-feira, 24 de março de 2010

O retorno de Saturno!


Querido Saturno, diz aí... já passou ou tá passando ainda?

Foi pela Fabi Moller que fiquei sabendo que Saturno demora entre 28 e 30 anos para retornar a seu lugar natal. Esse retorno marca a maturidade física e essa idade (28-30) coincide com grandes mudanças. É neste momento que fazemos um balanço e começamos novos caminhos. Às vezes coincide com etapas de desintegração e de crise que conduzem a pessoa a reorientar sua vida. Está aí a explicação para a crise dos 30.

Queria compartilhar que se tive a crise dos 30, ainda não percebi. Mas de uma coisa eu tenho certeza: QUEM TEM AMIGOS ATURA FÁCIL FÁCIL O RETORNO DE SATURNO!!!

Então... esse post é para enaltecer a importância dos amigos na vida da gente, seja na infância, na adolescência, na idade adulta e na aposentadoria!!!

Comemorar com os amigos, reunir pessoas, ganhar beijos e abraços... NÃO TEM PREÇO... e que a MASTERCARD pague todo o resto!!

Para terminar, um trecho de um e-mail que recebi de algum autor desconhecido, mas muito inspirado:


Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho, e disse: Nunca se esqueça de seus amigos! – aconselhou.

Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando... Que estranho conselho - pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades. À medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.

À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.

Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu:

O Tempo passa.

A vida acontece.

A distância separa...

As crianças crescem.

Os empregos vão e vêem.

O amor se transforma em afeto.

As pessoas não fazem o que deveriam fazer.

O coração para sem avisar.

Os pais morrem.

Os colegas esquecem os favores.

As carreiras terminam.

Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem quantos quilômetros tenham afastado vocês.

Um AMIGO nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida! Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros...

Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós!




domingo, 21 de março de 2010

Às vezes fico de mal com Deus...


Esta semana foi um desses momentos
Perdi uma colega de profissão.
Da maneira mais estúpida possível.
Vítima de assalto.
Encorajei-me e fui até seu velório.
Encontrei sua mãe que conversava com todos como que tentando nos consolar de algo inexplicável.
Nunca fui a favor de pena de morte, prisão perpétua e espero não defender esta bandeira, mas confesso que esta semana queria que isso existisse.
Em especial quando esta avó nos conta que a neta telefonou e perguntou por que sua mãe não atendia ao telefone quando ela estaria chegando ao Brasil depois de meses de intercâmbio um dia antes de seu próprio aniversário.
Não tive coragem de ver a cena dessa menina de apenas 16 anos chegar do aeroporto direto para o velório de sua mãe. Então não fui à cerimônia de cremação.
Talvez quando me encontrar com Deus ele me explique porque certas coisas inexplicáveis acontecem. Mas esta semana me atrevi: fiquei de mal com o Todo Poderoso.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Um coração de portas abertas...


Seguidas vezes somos convidados a celebrar a morte.
Confesso que não é meu programa predileto, mas é um dos momentos que percebemos realmente o valor da AMIZADE.
"Um coração de portas abertas" é um trecho de uma música cantada por Roberto Carlos... e é assim que a amiga querida era definida pelos amigos queridos que foram dar o último adeus.
Celebrar a morte é a última chance de homenagear um amigo querido que partiu e, ao mesmo tempo, de consolar os amigos queridos que ficaram e terão um fardo grande pela frente.
Não há palavras a serem ditas, um simples olhar e um abraço são suficientes... E fazem a diferença.
Nascemos sabendo que vamos morrer... mas a morte é um tabu. Sabemos como será nossa festa de quinze anos, nosso debut, nossa formatura, nosso casamento... e somos completamente incompetentes para planejar ou dizer o que queremos no nosso "grand finale".
Eu quero música... o tempo todo!!!! Não me importo se será cremação, enterro no chão, na parede ou sei lá o que... só quero música!!!
Mas o que mais quero é a companhia de todos os meus amigos.
Bom... mas isso é só daqui uns setenta anos... porque eu serei centenária!!!!

terça-feira, 2 de março de 2010

Nunca mais digo nunca

Pois é!!!
Fui num rodeio de peão boiadeiro!!!
Nunca estaria em sã consciência nesse lugar. Praticamente arrastada em razão do trabalho. E pior: gostei!!!
Dá pra imaginar eu do alto dos meus 1,74 mais, é claro, meus tradicionais 8cm de salto num rodeio???
Impossível!!!
Não é que o negócio é bem legal??
Torci muito pros touros jogarem os peões pra fora da arena!!!
Tem coreografia com a galera, palmas, gritos em coro e tudo mais. Povão total!!!
Claro que meu momento populista teve seu lado glamuroso, afinal estava num camarote e levei minha própria champs!!!
A atração da noite era o mega-bluster-advantage-plus-chapéu de couro- calça apertada Cesar Paraná, todo estiloso, energético por conta do assédio feminino - confesso que fiz esta afirmação sem qualquer comprovação - com uma musiquinha com voz sensual de mulher dizendo: Cesar Paraná!!! Gostoso!!!
Ou: Cesar Paraná!!! Este tem pegada!!!!
Deus!!!! Volta pro mar oferenda!!!!
Então estou me redimindo e pedindo perdão: NUNCA mais falo NUNCA ou NUNCA mais falo SEMPRE.
bj bj
Gabi

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Amar é...

Cara, relacionamento é complicado prá caralho.
Passamos um tempão sozinhos procurando pela companhia ideal, pela pessoa perfeita; e esquecemos de olhar pro lado. Nos envolvemos com pessoas que não valem a pena, pessoas que não nos valorizam, ou pessoas que não sabem o que querem.
Aí, quando tu não tá mais nem aí pro assunto, já tá conformado com a vida de solteiro e curtindo afu a liberdade, pinta a dita cuja da criatura. Ali, na tua frente, all of a sudden, sem quê nem porquê.  
Tu resolve encarar, pensa que desta vez tá acontecendo diferente, que vai ser mais legal. Até é, né ? Porque toda história é única, as pessoas são únicas; mas a birrinhas, os joguinhos que tu não tem mais saco prá aturar, são os mesmos. As "coisas de homem" e também "as coisas de mulher", são sempre as mesmas.
Tu vai levando aos pouquinhos, no bom humor, tirando de letra, tendo aquela paciência de Jó que tu tira não sei de onde, prá fazer dar certo... mas aí quando tu fica sozinho em casa, curtindo a paz do teu lar, fazendo tuas coisinhas corriqueiras e normais, tu pensa: "porra, por que raios não continuei solteiro ?"
Por que será que as pessoas fazem questão de complicar as coisas e tornar tudo o que é tão simples de ser resolvido, muito mais complicado do que precisa ser ?
Não sei. Aliás, se eu tivesse resposta prá esta pergunta, não estaria escrevendo aqui as 02:37 da manhã de um sábado.
Não sei se eu sou prática e objetiva demais, ou até intolerante demais... mas eu vejo as coisas e as situações de uma forma tão simples! Basta responder sim ou não para as perguntas, quero ou não quero, vamos ou não vamos.
Coisa mais chata é combinar uma janta.
- Onde vamos jantar ?
- Não sei, tu escolhe.
- Tô por ti, vamos onde tu quiser.
- Eu também. Hoje vamos fazer o que tu tiver a fim.
.... Chega-se no restaurante e o parceiro fica de cara amarrada (ou a parceira, porque mulher é que adora fazer este tipo de papelão) e aí tu pergunta: 
- O que foi, amorzinho ?
- Nada, é que não era aqui que eu queria ter vindo.
- Sério ? Mas tu disse prá eu escolher, que tu tava "por mim".
- É. Disse. Mas eu não tava a fim de vir AQUI.
- E por que tu não me falou quando estávamos chegando na frente do restaurante ?
- Porque não queria te incomodar...
?????
Vai entender ...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Quando a mão pesa

Tem vezes que a mão pesa.
Essas coisas de ter responsabilidades as vezes cansa. E muito.
Em certos momentos gostaria de ser alguém bem normal.
Aliás, deveria ter escutado minha mãe: “Mana: faz magistério, daí tu casa, trabalha meio turno, tem teu dinheirinho e pode cuidar da casa, marido e filhos.”
Tem vezes que gostaria de ter isso!!
Fazer o que!! Resolvi não ser professora (apesar de ter cursado magistério), fazer ciências jurídicas, e hoje trabalhar na Administração Pública.
Daí me dei conta de que a cada dia eu mando em mais coisas e decido muito mais.
E não é só a parte profissional, sou chamada até pra júri do tipo “Garota Verão”. Acabo decidindo até o sonho de algumas meninas.
Separo muito bem o profissional do pessoal. Sou craque nisso: é como fechar uma porta do meu coração pra certas coisas e simplesmente a razão toma conta. Hoje foi um dia desses. Nada fácil. Definitivamente senti a caneta pesar.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Prá refrescar...




Quero inverno!

Esta semana, os termômetros gaúchos marcaram 43ºC e na madrugada de quarta-feira, Porto Alegre ficou conhecida mundialmente como a cidade mais quente do mundo.
Derretendo os miolos da gauchada, a capital foi apelidada na web de Forno Alegre.
As lojas de eletrodomésticos não têm mais ventiladores e aparelhos de ar-condicionado, os caras que instalam os ar-condicionados nas casas estão cobrando até R$400 paus para instalar os aparelhos. Desgraça de uns, felicidade de outros, não ?
Para a próxima semana, a previsão do tempo é de que a temperatura escaldante amenize e que haja a entrada de uma frente fria no estado. Assim como no inverno o clima fica “quentinho” quando a temperatura chega aos 15ºC, frente fria no verão aqui no Rio Grande, é quando os termômetros marcam “somente” 28ºC.
É calor de derreter cusco...tá phoda.

domingo, 31 de janeiro de 2010

ELEGÂNCIA


Nem todo homem fica bem de terno e pode-se dizer que nem sempre é elegante vestido assim. O contrário também acontece e aquele cara que não se dá a mínima aparece elegantemente vestido de terno a ponto de causar suspiros.
Apenas a roupagem, o invólucro, a embalagem que atrai ou distrai as pessoas.
Elegante mesmo é o senhor de uns 70 anos que trabalha no estacionamento do Foro Central em Porto Alegre.
Busquei um processo que já tem 16 anos, então imagina a quantidade de papel com toda essa idade.
Tem sete volumes cada qual com 200 folhas. Com peso respectivo e eu tendo que carregá-lo além, é claro, de minha bolsa – que contém coisas imprevisíveis - e vestida de advogada (saia e salto agulha).
Do Foro Central até meu carro dá uns 400m, contando todas as curvas que se faz até chegar ao estacionamento.
Vários homens de ternos, altos, baixos, magros, gordos, velhos e novos passaram por mim. Não sensibilizei nenhum deles e olha que fiz pensamento positivo pra alguém me ajudar.
Faltando uns 50m pra chegar no estacionamento, esse senhor de 70 anos, deixou seu posto com um colega e veio ao meu encontro pra me ajudar. Simplesmente pegou meu processo e disse: Dra. Isso é muito pesado para uma mulher, deixe que eu a ajude.
Não hesitei é claro, afinal eu já estava quase implorando a qualquer um que passasse. O Senhor vestia apenas o uniforme da guarita.
Definitivamente elegância não tem relação alguma com terno e gravata mas está intimamente ligada à sensibilidade.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Rock'n'roll e Rosas


Não há homens no mercado.
Esta é a afirmação mais comum entre mulheres solteiras, acima de 30 anos.
A gente passa a vida inteira idealizando a pessoa ideal, o príncipe encantado, nos relacionamos, nos separamos, e tentamos novamente. E além de continuarmos idealizando a pessoa perfeita, nos tornamos mais exigentes, acrescentando cada vez mais atributos em uma lista praticamente impossível de existir.
Estes dias estava comentando com um amigo meu do Rio de Janeiro, que para mim, o homem ideal, seria a mistura de quatro homens que eu conhecia. Ele riu na minha cara e disse: “Sua horrorosa... isso seria praticamente fabricar um homem só prá você.”
Confesso que curti a idéia. Seria divertido.
O problema em idealizar a pessoa perfeita e continuar acrescentando qualidades nesta lista maluca, é que nos esquecemos de olhar para os lados e conhecer pessoas “normais”, que podem nos fazer felizes, ou até, mais felizes ainda do que o tal príncipe encantado. Mas o pior de tudo isso, é que esquecemos de gostar de nós mesmas e para que os outros gostem da gente, é preciso antes de tudo, gostar de si mesmo.
Embalagem exterior é importante, mas seguidamente ouço amigos comentarem que a guria com quem estavam saindo era linda, tinha corpão, cabelão, peitão, bundão, mas era fútil e chata. Homens também gostam de mulheres divertidas, inteligentes, simpáticas e gentis e não gostam de mulheres mal-humoradas, pessimistas e enjoadas.
Gosto de uma frase de Ericson Luna que diz: “só se desilude, quem se ilude.”
E mulheres devem aprender que nem sempre aquele quarentão rico, moreno, alto, forte e gostosão, é a combinação perfeita para completar atributos como inteligência, cultura, gentileza e maturidade.
É perda de tempo ficar sonhando com homens que não podemos ter.
Muitas vezes, aquele baixinho, magrinho, que gosta de rock’n’roll, é o cara maduro, inteligente e gentil, que vai te fazer rir por horas e te dar a atenção que tanto desejas. Sem falar que ele pode te surpreender com uma noite de sexo sensacional, com direito a café da manhã no Plaza e passeio de barco no domingo ensolarado.

Já pensou nisso? Olhe pro lado....

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Falta culhões para muitos homens quando se trata de ter relações com "meninas superpoderosas".


Gostei da frase, achei até que serve como título pra um novo post.
Não é minha, é do Mário. Que Mário? (pensou nisso né? Putz!!)
Pois bem, o Mário do blog
http://desaforadas.blogspot.com.
Recomendo a leitura, a kA, nossa parceira neste, escreve lá também.

Mas vamos ao tema: “meninas superpoderosas”.

Sou uma delas, sem qualquer dúvida: muito alta, muito magra, muito decidida, muito competente, muito independente, muito bonita, ou seja, devo ter os 5Ms e + (no ISO tem os 5Ss, então pode haver os 5ou+Ms).
Por conta disso sou intolerável a certas situações, e uma delas é homem que precisa se mostrar. Se auto-afirmar para achar que impressiona alguém.
Até impressiona, mas não as meninas superpoderosas que tem mais de 5Ms - e não estou sendo pretensiosa, afinal essa constatação foi trazida pela minha própria Terapeuta. “teu problema é ser muito....”

Tem coisa mais irritante na vida de uma superpoderosa do que o cara que tá atrás de ti querendo se mostrar com o carrão mega-bluster e a tira colo a “gatinha” boasuda que não tem um pinto pra dar água? Que coisa mais broxante!!!

Pensando bem tem o outro lado: “meninas boasudas que não tem um pinto pra dar água” também precisam sobreviver (o lado B das coisas, já escrevi sobre isso) e talvez no lugar delas eu também faria isso se tivesse preguiça de ser muito tudo.

Nossa estou profundérrrrrima hoje (rsrsrsrsrs)

Bj bj Gabi

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Ano Novo de meia


Pela primeira vez na vida, passei o ano novo usando meias, luvas e gorro!!! Pra quem sempre passou a virada do ano em Mariluz Norte, pulando ondas e fazendo oferendas a Iemanja... tenho que confessar que o meu Reveillon foi bem diferente...


Não teve ceia... antes da meia noite tomei com minha irmã e uma amiga duas garrafas de espumante de JP Chenet em copo de plástico... sim... ao lado do Museu Van Gogh em Amsterdã tinha uma festa para receber ele... o ANO NOVO... e as garrafas de vidro não estavam na lista VIP pra entrar nessa festa...


Opa... peraí... não contei que até chegar ao local da festa caminhamos mais de meia hora... no frio... é claro... pelas ruas agradáveis e encantadoras de Amsterdã... Mas também... o transporte público não estava funcionando e os táxis estavam no dia de tirar a barriga da miséria...


Não dá nada... é ANO NOVO... e caminhar faz bem!!!


Aguardamos o tal do ano novo numa festa estilo woodstock com bandas de rock tocando músicas que TODO MUNDO conhece... não tinha um pagode... um sambinha... um sertanejo... nada nadica de nada... apenas um POP ROCK INTERNACIONAL show de bola...


Teve contagem regressiva no telão... fogos de artifício... abraços entre brasileiros (sim encontramos amigos que fizemos em Paris no trem indo pro Palácio de Versailhes - brasileiros de Porto Alegre - como nós)... e o ANO NOVO chegou...


Mas que maravilha... ANO NOVO e barriga vazia... pensei na lentilha quentinha que sempre comia em casa, nas sete uvas e na mesa farta que havia em Mariluz Norte... deu uma saudadezinha... mas me atraquei num hamburger e num hot dog... que coisa boa... ANO NOVO DIFERENTE!!!!!!


VEM COM TUDO 2010!!!!!!

domingo, 3 de janeiro de 2010

Avatar




Avatar tem uma historinha clichê. O carinha que trabalha pro governo americano e vai em missão à uma tribo, colher informações. Lá, se apaixona pela filha do chefe, que prá variar já está comprometida com o braço direito do pajé, que torna-se seu rival. No final, ele acaba fazendo parte da tribo, lutando contra o governo americano e o carinha que era inimigo dele, passa a ser um irmão.

Eu passei a noite de ano novo, fazendo uma simpatia com maçã para que meus desejos se realizassem no próximo ano. A mocinha azul do filme, de voz rouca,  feia prá cacete e com um rabo (rabo mesmo, não bunda) enorme, transa com o mocinho, sem uma maçãzinha sequer.
Bom, a minha maçã caiu no chão na noite de ano novo... pelos acontecimentos dos últimos dias, acho que todo meu desejo de renovação, tá amaldiçoado.
Não bastasse a cena do beijo entre "monstrinhos"... o mocinho, "JakeSully" consegue o que o guerreiro da tribo nunca conseguiu: voar num pássaro selvagem com nome estranho, que até ontem eu lembrava, mas agora não lembro mais. É mais ou menos a equivalência entre dar uma banda de Volvo C30 enquanto que o outro anda de Astra ou algo do gênero. Não bastasse essa humilhação,  JakeSully come a mulher do guerreiro, filha do chefe, e chama ele de brother; o guerreiro em retribuição (ao quê, não sei...) faz um sinalzinho batendo a mão no peito concordando que na hora do aperto são irmãos e lutarão juntos. JakeSully é bom... ;) Mestre....

Bom, besteiras (minhas) à parte, o filme tem uma fotografia linda e os efeitos especiais são sensacionais. Para quem foi assisti-lo, sem a menor pretensão de gostar, recomendo.